Pesquisador afirma que barba possui bactérias inofensivas que ajudam a matar micróbiosTodos os dias novos estudos surgem dizendo que alguma coisa faz bem (ou mal) à saúde. A nova descoberta da ciência é que ter uma barba pode te fazer viver muito mais!
A pesquisa foi feita pelo microbiologista e professor da University College of London (Universidade de Londres) Dr. Adam Roberts, e mostrou que barbas possuem bactérias com propriedades antibióticas
Contrariando o que muita gente pensa, Roberts afirmou que barbas não são anti-higiênicas. Elas são o habitat de várias bactérias que são inofensivas ao ser humano mas que podem matar outros micróbios causadores de doenças
Analisando amostras da barba de centenas de homens diferentes, o cientista e professor descobriu mais de 100 tipos de espécies bactérias vivendo nas barbas, todas elas com propriedades defensivas ao homem
Uma delas em especial surpreendeu Roberts. Ao isolar o microorganismo e colocá-lo no mesmo ambiente do Escherichia coli, causador de infecções no trato urinário, o micróbio que vive na barba conseguiu se livrar do intruso sem dificuldadesO motivo de a barba possuir tantas defesas contra ameaças externas é que se trata de um ambiente onde vários fungos e bactérias inofensivos devem competir por espaços e comida. Esta constante disputa, onde um tenta matar o outro, faz com que o ambiente fique extremamente perigoso para microorganismos vindos de fora - quase como pousar de paraquedas em uma zona de guerra repleta de antibióticos
Ainda de acordo com o estudo, homens sem barba possuem três vezes mais chance de sofrer ataques de vírus e bactérias por não possuírem defesas naturais no rosto
O estudo pode derrubar o mito urbano de que barbas fazem mal à saúde. Então aproveite que estão na moda e deixe crescer! Mas se quer mesmo viver mais, deixar uma barba não é a única estratégia
Afinal, qual é o segredo para uma vida longa? De acordo com um outro cientista britânico é desistir das brincadeiras entre quatro paredes
O professor Alex Zhavoronkov, diretor da Fundação de Pesquisa de Biogerontologia (instituto que estuda o envelhecimento humano), diz que humanos podem chegar a 150 anos de idade de desistirem de sexo
Em um novo livro, ele afirma que uma vida sem relações sexuais possibilita que a pessoa viva 'muito, muito mais'
Porém, o professor de 36 anos ainda não se libertou dos desejos carnais:" Eu faço sexo ocasionalmente, mas não numa base permanente e geralmente com outras cientistas"
Consequências de relações sexuais, como relacionamentos, casamento, posses materiais e filhos são outros problemas para quem quer uma vida longa
O professor comenta: Adiar o casamento e a reprodução é consequência de aumentar o horizonte da sua expectativa de vida. Isso iria me atrasar e me distrair da minha pesquisa. Quando você está planejando viver 150 anos, casamento é uma grande decisão
Zhavoronkov dá dicas para quem quer viver mais. Além de parar de fazer sexo, comer menos e fazer exercícios regulares também ajudam
O próprio cientista diz que ele mesmo só consome cerca de 1.600 a 1.700 calorias por dia, a maioria fruta, iogurte e barras de proteína
De qualquer forma, a Organização Mundial de Saúde afirmou recentemente que logo estaremos vivendo em um mundo em que será normal chegar aos 100 anos de idade
Menos de 100 anos atrás, a expectativa de vida no Reino Unido era 48 para homens e 56 para mulheres
Fonte Saude.com


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